No primeiro milênio do Cristianismo, três rotas foram consideradas sagradas, e que resultavam numa série de bênçãos e indulgências para quem percorresse qualquer uma delas.
A primeira rota levava até o túmulo de São Pedro, em Roma, seus caminhantes tinham por símbolo uma cruz e eram chamados de romeiros.
A segunda rota levava até o Santo Sepulcro de Cristo, em Jerusalém, e os que faziam este caminho eram chamados de palmeiros porque tinham como símbolo as palmas com que Cristo foi saudado quando entrou na cidade.
Finalmente, existia um terceiro caminho – um caminho que levava até os restos mortais do apóstolo São Tiago, enterrados num local da península ibérica onde certa noite um pastor havia visto uma brilhante estrela sobre um campo. A lenda conta que não apenas São Tiago, mas a própria Virgem Maria, estiveram por ali logo após a morte de Cristo, levando a palavra do Evangelho e exortando os povos a se converterem. O local ficou sendo conhecido como Compostela – o campo da estrela – e logo surgiu uma cidade que iria atrair viajantes de todo o resto do mundo cristão. A estes viajantes que percorriam a terceira rota sagrada foi dado o nome de peregrinos, e passaram a ter como símbolo uma concha.
Um afresco impressionante de 9 m X 2,7 m, descoberto nas escavações feitas pela Autoridade de Antiguidades em Israel (IAA) no Monastério de Miriam no pátio de Guetsêmani em Jerusalém, foi exibido pela primeira vez quando o renovado Museu de Israel abriu as suas portas para o público em 26 de Julho de 2010.
Durante as escavações de salvação, feitas ao lado do Jardim de Guetsêmani em 1999 sob a direção da IAA da área de Jerusalém, o arqueólogo Jon Seligman descobriu várias edificações que datam do décimo segundo século e que foram parte do Monastério de Santa Maria do Vale de Jeosafá incluindo este afresco, de uma beleza espetacular. A pintura foi restaurada por uma equipe de conservadores de arte e será exibida na nova galeria do museu, do período das cruzadas.
O assunto deste mural – apenas a parte inferior que sobreviveu – parece ser a cena de deésis (suplicação, em grego). É uma representação icônica na qual Maria e João Batista, em nome da humanidade, suplicam por perdão a Jesus. Apenas as partes inferiores das figuras estão visíveis na imagem principal: Jesus, sentado no centro, com Maria a sua direita e João Batista a sua esquerda. Mais dois pares de pernas, provavelmente pertencentes a anjos, podem ser vistos ao lado de Maria e de João. No meio da pintura há rebentos floridos coloridos, e nos dois lados deste uma inscrição em latim das palavras de Santo Agostinho, “Aquele que ofende o nome de um amigo ausente, não pode sentar a mesa como seu convidado.” Baseado nisto, a pintura provavelmente decorava a parede de uma sala de jantar no monastério, com o ditado que parece ser direcionado aos visitantes que comiam no monastério, e não aos monges beneditinos, que evitavam ter conversas desnecessárias.
De acordo com Jacques Nagar, chefe da equipe de conservação, “Esta é uma das pinturas mais importantes preservadas do período das cruzadas em Israel. Esta pintura é a maior pintura que foi descoberta em uma escavação arqueológica no país, e o tratamento da pintura feito nos laboratórios do IAA foi, do ponto de vista de conservação, um dos mais complicados já feitos aqui. Esta pintura é especial devido ao seu tamanho e qualidade. Ela tem 9 metros de comprimento e 2,7 metros de altura e é muito rara, porque poucos afrescos sobreviveram das igrejas das cruzadas construídas em Jerusalém durante o período das cruzadas. A qualidade excelente do afresco provavelmente foi o trabalho de artistas mestres, e as cores vibrantes refletem a importância do mosteiro no século XII.”
Para obter mais informações sobre o Museu de Israel: www.imj.org.il
Marcos 9:2-8
E seis dias depois Jesus tomou consigo a Pedro, a Tiago, e a João, e os levou sós, em particular, a um alto monte; e transfigurou-se diante deles; E as suas vestes tornaram-se resplandecentes, extremamente brancas como a neve, tais como nenhum lavadeiro sobre a terra os poderia branquear. E apareceu-lhes Elias, com Moisés, e falavam com Jesus. E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Mestre, é bom que estejamos aqui; e façamos três cabanas, uma para ti, outra para Moisés, e outra para Elias. Pois não sabia o que dizia, porque estavam assombrados. E desceu uma nuvem que os cobriu com a sua sombra, e saiu da nuvem uma voz que dizia: Este é o meu filho amado; a ele ouvi. E, tendo olhado em redor, ninguém mais viram, senão só Jesus com eles.
O Monte Tabor se eleva a 588 metros de altura na planície de Esdrelon e se distingue por sua forma graciosa e solitária, é também chamado de “a montanha santa”. Em árabe é conhecida como Jebel a’tur que significa “a montanha”.
Nos Evangelhos não encontramos o nome do lugar exato onde aconteceu a Transfiguração, por isso tomamos como base documentos antigos como do teólogo Orígenes, o bispo Eusébio de Cesárea, São Cirilo de Jerusalém, São Jerônimo e peregrinos dos séculos IV, V e VI, que afirmam ser o Monte Tabor a montanha da Transfiguração.
Este monte memorável é citado várias vezes no antigo testamento como em Juízes, onde Baraque vence Sísera, confira nos capítulos 4 e 5 e também é mencionado pelo profeta Jeremias veja capítulo 46 versículo 18.
Em 1924 foi construída a atual Basilica da Transfiguração que é obra do arquiteto Antonio Barluzzi, o qual procurou representar as três tendas citadas nos evangelhos que narram a transfiguração: a tenda de Moisés e de Elias que estão em pequenas capelas e a tenda do Senhor que se encontra na nave central. O altar é decorado com mosaícos que representam as diversas transfigurações do Senhor: nascimento, Eucaristia, morte e ressurreição, tudo obra artística de Barluzzi.
O Estudo Bíblico na Terra Santa, proporcionando ao viajante ver, tocar e sentir os Lugares Sagrados e abrindo uma nova perspectiva da história da humanidade.
Esta é a nossa Missão neste roteiro. O acompanhamento do Líder Espiritual e do Guia Brasileiro agregam valor ao programa de viagem.
Veja o Mapa desta Peregrinação:
Visualizar Tour #01 – de Moisés até Jesus – Egito, Jordânia e Israel
Uma das partes mais emocionantes da Peregrinação é, sem dúvida, a passagem de barco pelo Mar da Galiléia. É difícil descrever em detalhes. Mas é possível fazê-lo imaginar a intensidade desta emoção. Feche seus olhos, ouça a música deste vídeo e imagine-se com o coração cheio de graça sobre o Mar da Galiléia.
O tempo parece que parou onde os montes verdes da Galileia descem para o lago mais famoso na bíblia. Este é o segredo da força desta região, que move os visitantes cristãos. Você não tem que fechar os seus olhos para imaginar Jesus aqui, você tem que abrí-los.
Como nos diz Mateus 4:13, Jesus foi de Nazaré, no centro da Galileia, para Cafernaum na praia do lago que eles chamavam Genesaré. Aqui ele juntou os seus primeiros discípulos – pescadores que ele encontrou jogando as suas redes em águas rasas (Mateus 4:18). Você pode andar por aquela praia, nos mesmos lugares onde Jesus e seus discípulos andaram, e ver a bíblia ganhar vida.
Aqui você vai querer se levantar cedo, ao amanhecer, quando os antigos pescadores costumavam voltar para casa com o que pescaram- ou sem. Enquanto você observa a loucura da alimentação dos peixes perto da margem da praia, você pode entender porque Jesus escolheu pescadores para serem os seus primeiros apóstolos: “O Reino dos Céus é ainda como uma rede lançada ao mar …” (Mateus 13:47). Este foi o pano de fundo para a alimentação dos 4000 (Mateus 15:32-37) e dos 5000 (Marcos 6:39-43), com alguns pães e peixes.
Falar deste Cântico (também conhecido como Cântico do Irmão Sol ou, em latim, como Laudes criaturarum) é falar da poesia que Francisco criou no final da vida, provavelmente em 1224, isto é, dois anos antes de morrer. O período é dos mais duros. Francisco se acha enfraquecido pela doença e quase cego. Está afastado da direção da comunidade que fundara e já pressente os conflitos que nela surgirão após sua morte. É nestes anos de despedida que ele dá início a uma tradição querida até nossos dias: a representação do nascimento de Cristo. Perto de Assis, na pequena aldeia de Greccio, surge o primeiro presépio, com a participação das famílias de camponeses. É também nestes últimos anos, na solidão do monte Alverne, que Francisco passa pela experiência mística que lhe deixa os estigmas, sinais de sua conformidade com o Crucificado.
Salmos 133:1-3
Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes. Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o SENHOR ordena a bênção e a vida para sempre.
O orvalho do Hermon cantado neste lindo Salmo de Davi, refere-se ao gelo do Monte Hermon que está ao norte de Israel que ao derreter, enche o Rio Jordão. O ponto mais ao norte d território de Israel hoje é Banias, próximo as Colinas de Golan. A sensasão neste local é maravilhosa, pois parece que estamos no meio da Floresta da Tijuca em pleno Israel.
Banias, além de ser um lugar de grande beleza natural, é o antigo local de Cesarea de Filipe, onde Jesus exigiu saber de seus discípulos o que as pessoas diziam quem ele era. A história acrescentou emoção por causa da posição. Cesarea de Filipe era o local central para o Culto do Pan (por isso Panias/Banias), sendo perto da fonte do Jordão, o rio jorrava de uma caverna que levou o povo a declarar que era o rio Styx, o portão do inferno.
Marcos 8:27-30
E saiu Jesus com os seus discípulos para as aldeias de Cesaréia de Filipe, e no caminho interrogou os discípulos, dizendo: Quem dizem os homens que eu sou? Responderam-lhe eles: Uns dizem: João, o Batista; outros: Elias; e ainda outros: Algum dos profetas. Então lhes perguntou: Mas vós, quem dizeis que eu sou? Respondendo, Pedro lhe disse: Tu és o Cristo. E ordenou-lhes Jesus que a ninguém dissessem aquilo a respeito dele.
O Mar Morto é o ponto mais baixo da Terra (417 metros abaixo do nível do mar, para ser exato). A quantidade de água que evapora dele é maior que a água que entra, ou seja, é o corpo de água com a maior concentração de sal no mundo (340 gramas por litro de água).
É chamado de Mar Morto porque a sua salinidade evita a existência de qualquer forma de vida no lago. Este sal, por outro lado, fornece um alívio imenso para muitos visitantes enfermos que vêm regularmente para se beneficiarem das suas características de cura. Tudo isso e muito mais tornam o Mar Morto tão fascinante, tão diferente e tão interessante.
O Mar Morto também pode ser chamado de “o SPA de saúde mais baixo no mundo.” Os sais do mar são produzidos na parte sul para a indústria, e na parte norte para promover o turismo e a boa saúde. A composição dos sais e dos minerais na água é o que a torna tão especial e beneficial para o corpo.
Seu leito também tem depósitos de lama negra, que é fácil de espalhar no corpo e fornece minerais nutritivos para a pele. E se isso não fosse o suficiente, o brometo no ar também é beneficial para os sistemas do corpo, e assim torna o Mar Morto um fornecedor de boa saúde e cura para as pessoas do mundo todo que passam lá as suas férias.
Este é realmente um tesouro nacional incomensurável. A costa ocidental (dentro das fronteiras de Israel) está cheia de praias organizadas e áreas de banhos que fornecem um acesso conveniente à água. Além das duas praias terapêuticas (Neve Zohar e Ein Bokek), foram estabelecidos grandes centros de turismo fornecendo serviços aos turistas que são puro prazer.
É possível encontrar dezenas de hotéis, albergues e pensões, restaurantes e centros comerciais, além de iniciativas surpreendentes de turismo que oferecem uma grande variedade de atividades aventureiras (excursões de jipe e de bicicleta, em camelos, hospitalidade beduína, rapel e muito mais), além de atividades artísticas e culturais (galerias e estúdios de artistas) e, é claro, a agricultura exclusiva, adaptada ao clima local.
Venha participar desta viagem especial em comemoração aos 100 anos da Paróquia Divino Espírito Santo e São João Batista do Rio de Janeiro. Viaje na companhia do Pe. Cláudio dos Santos que celebrou diversas missas transmitidas pela TV Globo no programa Santa Missa em Seu Lar.
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O Yardenit é o único e registrado sítio de batismo para os peregrinos cristãos, no lugar onde o Rio Jordão flui para fora do Mar da Galileia e para dentro do Mar Morto.
O Yardenit é um cruzamento para muitos peregrinos, um entre outros lugares sagrados em volta do Mar da Galileia, tal como Cafarnaum, Tabgha e o Monte das Bem-Aventuranças. Todos os anos meio milhão de turistas do mundo todo visitam este lugar.
O local batismal se localiza nas margens do Rio Jordão, entre magníficos eucaliptos e a flora natural do rio. É um local ideal para se parar e pensar, com serenidade e tranquilidade. Instalações confortáveis e adequadas estão disponíveis para cerimônias religiosas nas margens do Rio Jordão. A visita ao Yardenit é especial e uma experiência de vida muito impressionante, para todos os visitantes.












